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Alvará Judicial: Para Sacar o FGTS de Falecido com Alvará Judicial

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Se você precisa liberar valores após o falecimento de um titular, este guia mostra o caminho mais direto. A Lei nº 6.858/80 permite o pagamento de quantias não recebidas em vida e, em muitos casos, o levantamento se concretiza por meio de alvará.

Na prática, o CPC/2015 também admite expedição de alvará em jurisdição voluntária (art. 725, VII). A Súmula 161 do STJ fixa que a Justiça Estadual tem competência para autorizar o levantamento de FGTS e PIS/PASEP.

Você vai entender quando esse pedido é o meio mais rápido, quais documentos aceleram o processo e por que a presença de dependentes muda o roteiro do caso.

Este texto antecipa erros comuns que atrapalham o levantamento e traz um checklist simples para organizar seus papéis antes de entrar com a ação.

Principais aprendizados

  • Quando o caminho por alvará resolve sem litígio.
  • Documentos essenciais que evitam exigências do cartório.
  • Como a existência de dependentes altera o procedimento.
  • Erro comuns de competência e prova que travam o pedido.
  • Dicas práticas para organizar o processo antes de protocolar.

Quando você precisa de alvará judicial para sacar FGTS de falecido

O caminho muda conforme quem tem direito. Se há registro de dependentes habilitados junto à Previdência Social, a liberação costuma ser direta com base nessa certidão. Nesses casos, a Caixa muitas vezes aceita o documento do INSS como prova.

O que muda com dependentes habilitados no INSS

Quando existem dependentes habilitados, o pagamento segue a divisão prevista entre eles. Você deve apresentar a certidão do INSS e identificação dos beneficiários.

Na falta de dependentes: quem pode pedir

Se não houver registro de dependentes, a lei autoriza que sucessores indiquem sua vocação hereditária. Isso inclui cônjuge, descendentes e ascendentes, conforme a ordem civil. Documente bem a condição de herdeiros.

Dispensa de inventário ou inventário arrolamento (lei 6.858/80)

A lei 6.858/80 permite pedir liberação sem inventário quando os pedidos são restritos a FGTS/PIS e não há outros bens. Também se aplica a saldos bancários e poupança até limites legais.

Juntando pedidos: PIS/PASEP e saldos bancários

Reunir FGTS, PIS/PASEP e valores de conta em um único pedido reduz custos e tramitação. Estruture o pedido como simples e voluntário para diminuir exigências do juiz.

Base legal e entendimento dos tribunais que sustentam seu pedido

Aqui você encontra os fundamentos legais e a interpretação dos tribunais que sustentam seu pedido.

Lei 6.858/80: pagamento de valores não recebidos em vida

A lei 6.858/80 autoriza o pagamento a dependentes ou sucessores de valores não recebidos em vida pelos respectivos titulares.

Esse dispositivo é o principal fundamento quando o objetivo é liberar quantias vinculadas ao titular que não foram sacadas em vida.

CPC/2015 e a jurisdição voluntária

O CPC/2015 admite pedido de expedição de alvará em jurisdição voluntária (art. 725, VII), ou seja, quando não há conflito entre as partes.

Assim, processos simples e consensuais tendem a tramitar mais rápido e com menos exigências.

Súmula 161 do STJ sobre competência

“É da competência da Justiça Estadual autorizar o levantamento dos valores relativos ao PIS/PASEP e FGTS, em decorrência do falecimento do titular da conta.”

Essa súmula evita dúvidas sobre âmbito de atuação e evita deslocamentos desnecessários à Justiça Federal.

  • Mapa prático: lei 6.858/80 → CPC/2015 (jurisdição voluntária) → Súmula 161 (competência).
  • Use esses fundamentos na petição para mostrar objetivo claro e ausência de litígio.
Norma O que diz Uso prático
Lei 6.858/80 Pagamento a dependentes ou sucessores de valores não recebidos em vida Base direta do pedido de liberação
CPC/2015 art. 725, VII Admite expedição de alvará em jurisdição voluntária Demonstra caráter consensual e simplifica tramitação
Súmula 161/STJ Competência da Justiça Estadual para PIS/PASEP e FGTS Evita questionamento sobre foro competente

Onde entrar com a ação e como evitar erros de competência

Entrar com a ação na vara adequada evita retrabalho e economiza tempo e custos.

Por que muitos pedidos ganham caráter sucessório: quando a demanda trata da destinação patrimonial após a morte, tribunais entendem que o assunto pertence às Varas de Família e Sucessões. O TJSE, no Conflito nº 202300635898, reafirmou esse entendimento ao reconhecer natureza sucessória em pedido envolvendo saldo na Caixa Econômica Federal.

O que observar para reduzir risco de declínio: presença de vários herdeiros, necessidade de partilha, dúvidas sobre sucessores ou existência de outros bens. Esses sinais aumentam a chance de o juiz remeter o processo à vara com atribuição sucessória.

A participação da caixa econômica federal no cumprimento não altera, por si só, a competência. A Súmula 161/STJ confirma que a Justiça Estadual é a via adequada para autorizar levantamentos por óbito.

  • Organize a narrativa e junte provas de vocação hereditária.
  • Deixe claro que não há litígio e informe outros bens, se existirem.
  • Um advogado costuma prevenir indeferimentos e redirecionamentos ao estruturar o pedido.
Risco Sinal Ação preventiva
Declínio de competência Vários herdeiros ou disputa Apresentar prova de consenso e lista de sucessores
Retrabalho processual Existência de outros bens Indicar se há inventário ou declarar inexistência
Execução pela instituição financeira Pedido à caixa econômica Referenciar Súmula 161 e pedir ofício à instituição

Documentos necessários para dar entrada no pedido e evitar que o processo seja travado

Uma documentação organizada é o principal fator para acelerar o pedido e reduzir exigências.

Certidão de óbito e identificação completa do titular (RG/CPF, estado civil) são essenciais. Sem esse documento, o juiz não terá base mínima para autorizar qualquer movimentação.

Como provar seu vínculo e a qualidade de herdeiro

Junte certidões de nascimento, casamento ou declaração de união estável que mostrem o vínculo. Se você é sucessor, inclua documentos que comprovem a vocação hereditária.

Certidão de dependentes do INSS

A certidão do INSS indica se há dependentes habilitados. Ela define o caminho do pagamento e reduz dúvidas sobre prioridade entre beneficiários.

Extrato e dados da conta vinculada

Apresente extrato ou indícios de saldo e os dados da conta na Caixa, com identificação do titular conta. Peça, se preciso, ofício ao banco para obter extrato diretamente nos autos.

Declaração de inexistência de outros bens e pedidos processuais

Quando cabível, entregue declaração de inexistência de outros bens para evitar inventário. Inclua pedido de justiça gratuita (arts. 98 e 99 do CPC) e, se for o caso, tramitação preferencial pelo Estatuto do Idoso (art. 71).

Como pedir o alvará judicial na prática: do protocolo à expedição do documento

Aprenda a escrever um pedido objetivo que minimize exigências e acelere a liberação dos valores.

Estruture o pedido com uma narrativa curta: quem foi o titular, seu vínculo com você e qual quantia existe. Explique por que não há litígio e fundamente o pedido com a lei aplicável.

Peça claramente a expedição do documento que autoriza o levantamento. Solicite, quando necessário, ofício à caixa econômica federal para que seja juntado extrato ou confirmação do saldo.

Defina o valor da causa com base no extrato. Se não houver extrato, indique estimativa e peça ofício para confirmação. Isso evita discussão sobre custas.

Organize anexos em ordem lógica: certidão de óbito, documentos pessoais, provas de vínculo, certidão INSS e extrato (ou requerimento de ofício). Etiquete cada anexo.

“Peça de forma simples e com provas: a clareza reduz exigências e acelera a expedição.”

Depois da decisão, o cartório expedirá o alvará e você o apresentará na caixa econômica para efetivar o levantamento dos valores.

Os pontos que mais geram exigências são: falta de documentos, dúvidas sobre herdeiros e indícios de outros bens. Antecipe esses itens para evitar atrasos.

Situações especiais e cuidados para aumentar suas chances de deferimento

Em situações complexas, pequenos sinais de litígio transformam um pedido rápido em um processo sucessório. Por isso, organize provas e explique com clareza a ausência de disputa.

Quando pode ser exigida abertura de inventário

O juiz pode determinar inventário se houver outros bens, testamento ou indícios de partilha. Também ocorre quando falta consenso entre interessados.

Prepare-se reunindo lista de bens, documentos de titularidade e indicação clara dos herdeiros.

Como lidar com dúvidas sobre herdeiros e disputa familiar

Se há incerteza sobre quem tem direito, promova declarações assinadas ou certidões que comprovem vínculo. Isso reduz risco de exigência de partilha.

Em caso de conflito, registre ocorrências e anexe provas de tentativas de conciliação para demonstrar boa-fé.

Quando vale a pena contar com um advogado

Considere contratar advogado se houver múltiplos herdeiros, bens não declarados ou risco de indeferimento. A atuação técnica evita retrabalho e custos extras.

Vantagem prática: um profissional sabe pedir ofícios, manejar competência e proteger os direitos de cada pessoa envolvida.

“Documentação clara e prova de inexistência de outros bens costumam evitar que o juiz exija inventário.”

Situação Risco Ação recomendada
Existência de outros bens Exigência de inventário Listar bens e anexar certidões
Conflito entre herdeiros Processo sucessório e atraso Buscar conciliação e peticionar prova de consenso
Documentos incompletos Indeferimento ou exigências Contratar advogado e solicitar ofícios

Conclusão

Ao final, você terá um roteiro claro para confirmar direitos e obter valores com menos burocracia.

Verifique, em primeiro lugar, dependentes junto à Previdência Social, confirme vínculo e delimite quais valores pretende resgatar. A Lei 6.858/80, o CPC (art. 725, VII) e a Súmula 161 orientam a via mais segura.

O objetivo é destravar valores trabalhistas, como depósitos do fundo garantia tempo e garantia tempo serviço, de forma simples. Organize documentos, redija pedido objetivo, escolha a competência correta e apresente o alvará judicial na Caixa para concluir o pagamento.

Fique atento a sinais de risco: outros bens, disputa entre herdeiros, falta de certidões ou ausência de prova da conta. Se surgir dúvida, busque apoio profissional antes de protocolar.

FAQ

Quando você precisa de alvará judicial para sacar o FGTS de falecido?

Você precisa quando os beneficiários não conseguem receber por procedimento administrativo na Caixa Econômica Federal, há ausência de inventário formal ou quando se trata de valores de baixa monta que exigem decisão judicial para levantamento. Também é indicado se há dúvidas sobre sucessão ou quando a instituição financeira solicita documento judicial para liberar o saldo.

O que muda quando há dependentes habilitados no INSS?

Se o falecido tinha dependentes habilitados no INSS, costuma haver prova documental mais direta da condição de beneficiário, o que facilita o pedido. Isso pode agilizar a liberação porque demonstra relação de dependência econômica e reduz litígios sobre quem tem direito a receber.

O que acontece na falta de dependentes habilitados e quem pode pedir como sucessor?

Na ausência de dependentes habilitados, herdeiros legais, cônjuge, companheiro(a) ou sucessores que comprovem vínculo e direito podem pedir a liberação. Será necessário demonstrar parentesco, a ausência de outros beneficiários e a qualidade de sucessor para justificar o levantamento.

Quando dá para dispensar inventário ou arrolamento (Lei 6.858/80)?

A Lei 6.858/80 permite pedir o levantamento de pequenos valores sem inventário formal quando o montante é reduzido e não há bens a partilhar. Isso se aplica quando o valor em disputa é suficiente para justificar o procedimento simplificado e não houver controvérsia entre herdeiros.

Quais casos comuns podem entrar no mesmo pedido, como PIS/PASEP, saldo bancário e poupança?

Você pode solicitar, junto com o levantamento de FGTS, o saque de PIS/PASEP, saldos em conta corrente, poupança e outros valores depositados em instituições financeiras. Reunir esses pedidos evita múltiplos processos e costuma ser aceito quando todos os valores pertencem ao mesmo titular falecido.

Qual a base legal para pedir liberação de valores não recebidos em vida?

A Lei 6.858/80 regula pagamento de quantias devidas ao falecido e autoriza procedimentos simplificados. Além disso, o Código de Processo Civil de 2015 disciplina a jurisdição voluntária e medidas para expedição de alvará em situações não contenciosas. Jurisprudência também orienta a prática.

Como o CPC/2015 ajuda na expedição do documento pelo juiz?

O CPC/2015 prevê instrumentos de jurisdição voluntária que permitem ao juiz expedir ordens e autorizações sem litígio, quando há consenso entre interessados ou quando o pedido visa apenas a liberação de valores. O artigo que trata da matéria facilita a tramitação.

A Súmula 161 do STJ afeta onde você deve ajuizar o pedido para FGTS e PIS/PASEP?

Sim. A súmula reconhece a competência da Justiça Estadual para ações relacionadas ao FGTS e PIS/PASEP, o que significa que, em muitos casos, você deve protocolar o pedido na vara estadual competente, não na Justiça do Trabalho.

Onde devo entrar com a ação para evitar erros de competência?

Normalmente você entra na Vara de Família e Sucessões ou na Vara Cível estadual, conforme a matéria sucessória. Evite ajuizar na Justiça do Trabalho se o pedido for exclusivamente para levantamento de valores pessoais do falecido, pois isso pode gerar declínio de competência.

Por que o pedido pode ter caráter sucessório e ir para Varas de Família e Sucessões?

Porque envolve partilha de valores pertencentes ao espólio e definição de quem são os herdeiros. Quando há disputa sobre legitimidade ou quando a liberação impacta inventário, a competência sucessória se impõe e a Vara de Família e Sucessões costuma ser a correta.

O que observar para não ter declínio de competência e retrabalho no processo?

Indique claramente a natureza sucessória do pedido, junte certidões e documentos que demonstrem parentesco, e escolha a vara estadual adequada. Se houver vínculo trabalhista isolado, analise com atenção; errar a competência pode causar devolução e atraso.

Quando a liberação envolve a Caixa Econômica Federal e isso muda a competência?

O fato de a Caixa ser o agente pagador não altera a competência judiciária. A atuação da Caixa pode exigir ofício judicial para efetivar o pagamento, mas o processo seguirá na justiça competente conforme a matéria sucessória e local do domicílio do falecido.

Quais documentos do falecido são essenciais para não ter o pedido travado?

Certidão de óbito, documento de identidade, CPF, certidão de nascimento ou casamento e comprovante de residência são essenciais. Também junte documentos que identifiquem contas vinculadas na Caixa e eventuais extratos indicando saldos.

Como comprovar seu vínculo com o falecido e a qualidade de herdeiro ou sucessor?

Apresente certidões de nascimento, casamento ou escritura pública de união estável, além de declaração de herdeiros quando aplicável. Procure juntar registros que demonstrem relação familiar e dependência econômica, quando for o caso.

O que é a certidão de dependentes do INSS e por que ela importa?

É o documento que atesta quem estava habilitado como dependente do segurado falecido. Ele influencia o caminho do pedido porque comprova quem já era reconhecido como beneficiário, reduz dúvidas sobre legitimidade e pode agilizar a liberação.

Que prova é necessária sobre o extrato ou indícios de saldo do FGTS?

Extratos oficiais, comprovantes de depósitos, ou mesmo consultas ao FGTS com número do PIS/PASEP e informações da conta vinculada na Caixa ajudam a demonstrar existência e valor dos recursos a serem levantados.

Quando você deve apresentar declaração de inexistência de outros bens?

Em pedidos que se baseiam na Lei 6.858/80 ou em procedimentos simplificados, uma declaração de inexistência de bens a inventariar evita discussões sobre a necessidade de inventário. Use-a quando realmente não houver bens a partilhar.

Como solicitar justiça gratuita ou tramitação preferencial (idoso)?

Junte comprovante de renda ou declaração de hipossuficiência ao pedido para pleitear justiça gratuita. Para prioridade por idade, anexe documento que comprove a condição de idoso conforme prevê a legislação processual.

Como estruturar o pedido para mostrar simplicidade e ausência de litígio?

Detalhe os titulares dos valores, apresente documentos probatórios, inclua declaração de consenso entre herdeiros quando existir e peça a expedição do documento de forma clara e objetiva, indicando também o valor e a conta para levantamento.

O que você deve solicitar ao juiz: expedição do documento e ofício à Caixa?

Peça a expedição do autorizaçăo para levantamento dos valores e, se necessário, requisitar ofício à Caixa Econômica Federal para que a instituição efetue o pagamento. Indique dados da conta e identificação dos recebedores.

Como definir o valor da causa e organizar anexos para agilizar a análise?

Use extratos ou estimativas fundamentadas para fixar o valor da causa. Anexe comprovantes, certidões e declarações relevantes, bem como procuração e documentos pessoais, para reduzir exigências e acelerar a decisão.

O que acontece depois da decisão: expedição do documento e apresentação na Caixa?

Após a sentença ou despacho que autoriza o levantamento, você receberá o documento oficial que deverá ser apresentado na Caixa. A instituição terá procedimentos internos para efetuar o pagamento mediante verificação do ofício e identificação dos beneficiários.

Quais prazos e pontos costumam gerar exigências do juiz?

Faltas de documentos, dúvidas sobre herdeiros, existência de bens não declarados e erro na indicação de competência são pontos que geram exigências. Prazos variam conforme o juízo, mas cumprir prontamente as diligências evita atrasos.

Quando pode ser exigida a abertura de inventário e como se preparar?

Se houver bens relevantes além de valores de pequena monta, ou se existir disputa entre sucessores, o juiz pode determinar inventário. Prepare-se reunindo documentos patrimoniais, certidões e provas que demonstrem a extensão do patrimônio.

Como lidar com dúvidas sobre herdeiros, disputa familiar ou ausência de consenso?

Procure conciliação entre interessados, obtenha declarações de renúncia ou aceite quando houver acordo e, se necessário, busque orientação de advogado para representar seus interesses e evitar indeferimento do pedido.

Quando vale a pena contar com um advogado para evitar indeferimento e atrasos?

Conte com um advogado sempre que houver complexidade: disputas familiares, valores maiores, existência de bens a partilhar ou dúvidas de competência. Um profissional ajuda a estruturar o pedido, reunir provas e reduzir o risco de retrabalho.

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Dra. Carolyn Shneider

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